quarta-feira, 8 de julho de 2009

XTERRA TRAIL RUN ILHABELA 2009

Na etapa Outono do Circuito Adidas das Estações recebi um panfleto informando que o Circuito XTERRA (Triathlon, Swim Challenge, Kids Running e Night Trail Run) voltaria a ter uma etapa em Ilhabela. Sempre quis correr uma prova lá, mas até então eu apenas havia realizado treinos (alguns bem longos antes da maratona de SP 2008). Fiz a inscrição para o XTERRA Trail Run e escolhi correr 9 km (havia opção 5 km). A prova tinha um detalhe interessante, a largada aconteceria as 19:00 e correríamos com uma “lanterna de cabeça”, com percurso passando por ruas, areia de praia e trilhas na mata. A lanterna veio no kit de corrida que retirei na tarde do dia da prova. Nesse horário alguns competidores do Triathlon (que teve largada as 9:00) estavam concluindo a prova na casa das 5 horas e meia. O Triathlon no circuito XTERRA é o evento principal, mas os eventos paralelos também atraem muitos competidores. Durante a tarde ainda aconteceu o Kids Run para crianças de 1 a 12 anos (pela manhã teve maratona aquática de 1,5 km ou 3km). Para fechar o dia faltava a corrida noturna. A concentração foi nas areias da praia do Perequê. Ali foram montados um palco com o podium e tendas promocionais. O som ficou por conta de um DJ que manteve a galera agitada até a largada. As luzes das ruas foram apagadas e o brilho das lanternas de cabeça ficava mais evidente (a lanterna tinha opção de luz branca ou vermelha). A largada aconteceu as 19:20 na areia, depois corremos por ruas até o início da trilha na mata. Corremos em fila a maior parte do tempo e sem forçar muito, era mais seguro prestar atenção no que pisávamos. As roupas com faixas refletivas brilhavam na escuridão. A medida que subíamos a mata ficava mais fechada e a temperatura caia. Nem um som na mata, apenas os sons dos passos e das respirações ofegantes. Parecia cena do filme “A Bruxa de Blair”. De repente um ou outro aviso: pedra! Buraco! Ponte! Lama! Galho! Não cai e não chutei coisa alguma, mas vi um “desligado” tropeçar e quase mergulhar na mata. No final corremos 200 metros na areia da praia. Foi uma prova única! Foi divertida, perigosa, bonita... Interessante! Quem estava na praia disse que podia ver no alto dos morros uma fila de luzes passando rápido. E muitos saíram de casa para observar aquela multidão correr com lanternas na cabeça naquele frio. Testemunhas da noite em que a velocidade de luz, ou das luzes, diminuiu bastante.

terça-feira, 30 de junho de 2009

MARATONA DE SP 2009

Terrível define bem como foi a minha aventura pelos 42.195 metros dessa prova única. Sei que existem provas mais dura, mas hoje a maratona é meu limite. Quando completei a edição de 2008, minha primeira vez, eu fiz a preparação “perfeita” e tudo deu certo no dia da prova e nas semanas anteriores. De lá pra cá muita coisa aconteceu. Um atropelamento, uma demissão, alguns quilos a mais e, pra completar a série de erros, uma preparação muito inferior a do ano passado. Corri mal a Meia-Maratona e diminui muito os treinos nas últimas semanas. Mesmo assim me posicionei na largada pontualmente (depois de pegar ônibus da chegada até a largada e guardar minhas coisas nos “ônibus guarda-volumes”), aqueci, alonguei e esperei o tiro de canhão tradicional. Ainda havia tempo para eu errar mais uma vez. Acredito que por estar correndo pela segunda vez, me empolguei demais no início e forcei o ritmo. Tudo certo até o km 20 quando parei para usar o banheiro (ano passado fiquei com medo de desidratar e bebi bastante água, parei quatro vezes. Esse ano eu fui apenas uma vez). Quando voltei a correr minhas pernas começaram a doer muito na altura do joelho. Uma dor forte, de fadiga mesmo. Parecia que eu tinha corrido um dia inteiro. Fazia muito frio e sentia os joelhos gelados. Levei Gelol comigo e passei nas duas pernas. Foi pior. O vento batia e a sensação era de ter deixado tudo mais frio. Daí pra frente foi a pior experiência em todos esses anos de corrida. Nunca me machuquei correndo, nunca senti dor a ponto de ter que parar e caminhar longos trechos. Mas era um fato, nada melhorava. Num ponto procurei um lugar com sol pra esquentar as pernas, parei e alonguei. Foram paradas curtas, mas que me desanimavam. A partir km 30 eu corria 100, 200 metros e caminhava outros 500. O frio só aumentava e as pernas pareciam que ia travar de verdade. Nos últimos 3 km devo ter caminhado dois deles. Um ponto interessante foi que eu não era o único. Tinha muita gente caminhado e isso foi bom para incentivarmos uns aos outros. Esse detalhe foi importante nos 500 metros finais onde combinamos, eu e mais dois corredores, de não cruzar a linha de chegada caminhando. Conclui minha segunda maratona em 5h 25min. (em 2008 fiz em 4h 45min). Ainda na área de chegada prometi voltar ano que vem. Mais humilde (correr por prazer e não preocupado em baixar tempo), mais preparado (nada substitui uma boa preparação) e, com certeza, mais experiente (como dizem, “um tropeço é melhor professor do que o sucesso”).

quarta-feira, 24 de junho de 2009

GATORADE BIATHLON SERIES ILHABELA

Foi minha primeira prova de Biathlon. Tenho treinado desde o começo do ano para as corridas de 10km e para a Maratona de São Paulo (31 de maio) e inclui nesses treinos 1000 metros de natação depois das corridas. Eu nunca marquei meu tempo nos 500 metros e nem nos 3km (as distâncias dessa prova). Tudo parecia novo, afinal iria nadar, fazer a transição e correr uma distância curta e rápida. Na hora que eu caí na água esqueci tudo sobre natação. Só pensava em olhar para a bóia e não ficar em último lugar. Conclusão: nadei muito mal no primeiro braço (100 metros). Só fui me encontrar depois da primeira bóia. Aí nadei com calma e até poderia ter feito um tempo melhor, mas me poupei bastante. Na transição também perdi uns segundos quando sentei para colocar as meias, não queria correr sem elas e com areia nos pés. A corrida foi totalmente diferente do que estou acostumado. Definitivamente correr depois de nada não é a mesma coisa. Levei uns 5 minutos para colocar o coração num ritmo legal, apenas para concluir a prova. Corri o tempo todo e encontrei alguns caras caminhando nas subidas. No final passei mais uns dois nos últimos 100 metros e terminei com o tempo de 31 minutos (16 de natação e 15 de corrida). Vou treinar mais, gostei de participar desse tipo de prova e acho que dá para melhorar meu tempo.




quarta-feira, 17 de junho de 2009

Boa sorte!

Y-Runners,

Não estou podendo treinar com vocês devido a alguns problemas familiares e aulas. Mas estarei na corrida da Unimed.

Desejo boa sorte a todos!

Abração!

4º Corrida de Aniversário de Caçapava

Minha estréia em Caçapava foi uma prova bem legal! Corri bem e fiz um tempo bom para meu nível, 49 minutos. O dia estava bom para correr, mas achei difícil o percurso. Uma subida no início que me fez perder tempo, pois fiz a subida daquela ponte bem devagar. Corri economizando até a metade do caminho depois gastei tudo, aumentando até o final. Outra subida forte perto do final também foi cruel, já que estava perto do meu limite. Foi gostoso viajar em grupo mais uma vez. Faltou uma identidade para nossa equipe, como a velha camisa vermelha do Yrunning, mas foi muito bom estar acompanhado. Houve tempo de contar histórias sobre outras corridas e colocar outros assuntos em dia. Essa corrida marcou também por ser a última antes do casamento da Valéria e do Marco.